segunda-feira, 21 de novembro de 2016

a semente

Jesus contou freqüentemente, por parábolas, histórias sobre os acontecimentos do dia-a-dia que ele usava para ilustrar verdades espirituais. Uma das mais importantes destas parábolas é aquela registrada em Mateus 13:1-23, Marcos 4:1-20 e Lucas 8:4-15. Esta história fala de um fazendeiro que lançou sementes em vários lugares com diferentes resultados, dependendo do tipo do solo. A importância desta parábola é salientada por Jesus em Marcos 4:13: "Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?" Jesus está dizendo que esta parábola é fundamental para o entendimento das outras. Esta é uma das três únicas parábolas registradas em mais do que dois evangelhos, e também é uma das únicas que Jesus explicou especificamente. Precisamos meditar cuidadosamente nesta história. A história em si é simples: "Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. Outra caiu no meio dos espinhos; e, estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um" (Lucas 8:5-8). A explicação de Jesus é também fácil de entender: "A semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, crêem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido d bom e reto coração retêm a palavra; estes frutificam com perseverança" (Lucas 8:11-15). Alguém ensina as Escrituras a várias pessoas; a resposta dessas pessoas depende do estado do coração delas, isto é, de sua atitude. Consideremos o semeador, a semente e o solo. O Semeador O trabalho do semeador é colocar a semente no solo. Uma vez que a semente for deixada no celeiro, nunca produzirá uma safra, por isso seu trabalho é importante. Mas a identidade pessoal do semeador não é. O semeador nunca é chamado pelo nome nesta história. Nada nos é dito sobre sua aparência, sua capacidade, sua personalidade ou suas realizações. Ele simplesmente põe a semente em contato com o solo. A colheita depende da combinação do solo com a semente. Aplicando-se espiritualmente, os seguidores de Cristo devem estar ensinando a palavra. Quanto mais ela é plantada nos corações dos homens, maior será a colheita. Mas a identidade pessoal do professor não tem importância. "Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma cousa, nem o que rega, mas Deus que dá o crescimento" (1 Coríntios 3:6-7). Em nossos dias, o semeador tornou-se a figura principal e a semente é bastante esquecida. A propaganda das campanhas religiosas freqüentemente contém uma grande fotografia do orador e dá grande ênfase ao seu nível escolar, sua capacidade pessoal e o desenvolvimento de sua carreira; o evangelho de Cristo que ele supõe-se estar pregando é mencionado apenas naquelas letrinhas, lá no canto. Não devemos exaltar os homens, mas fixarmo-nos completamente no Senhor. A Semente A semente é a Palavra de Deus. Cada conversão é o resultado do assentamento do evangelho dentro de um coração puro. A palavra gera (Tiago 1:18), salva (Tiago 1:21), regenera (1 Pedro 1:23), liberta (João 8:32), produz fé (Romanos 10:17), santifica (João 17:17) e nos atrai a Deus (João 6:44-45). Como o evangelho se espalhava no primeiro século, foi-nos dito muito pouco sobre os homens que o divulgaram, porém muito nos foi dito sobre a mensagem que eles disseminaram (estude o livro de Atos e note que em cada cidade para onde os apóstolos viajaram, os homens eram convertidos como resultado da palavra que era ensinada). A importância das Escrituras deve ser ressaltada ao máximo. Isto significa que o professor tem que ensinar a palavra. Não há substitutos permitidos. Freqüentemente, pessoas raciocinam que haveria uma colheita maior se alguma outra coisa fosse plantada. Então, igrejas começam a experimentar outros meios, de modo a conseguir mais adeptos. Elas recorrem a divertimentos, festas, esportes, aulas de Inglês, bandas, eventos sociais e muitas outras coisas para tentar atrair as pessoas que não estariam interessadas, se pregassem somente o evangelho. Considere esta ilustração: Imagine que meu pai me mandou plantar milho, pois ele estaria ausente da fazenda por alguns meses. Depois que ele saiu, eu decidi experimentar o solo e descobri que não era bom para o plantio do milho, mas daria um estouro de safra de melancias. Então resolvi plantar melancias. Imagine a reação de meu pai quando ele voltar para casa, esperando receber milho, e eu lhe mostrar um caminhão de melancias, em vez disso. Nosso Pai celestial nos disse qual semente plantar: a palavra de Deus. Não é noso trabalho analisar o solo e decidir plantar alguma outra coisa, esperando receber melhores resultados. A colheita do evangelho pode ser pequena (se o solo for pobre), mas Deus só nos deu permissão para plantar a palavra. Somente plantando a Palavra de Deus nos corações dos homens o Senhor receberá o fruto que ele espera. Ou, usando uma figura diferente: as Escrituras são a isca de Deus para atrair o peixe que ele quer salvar. Precisamos aprender a ficar satisfeitos com seu plano. Aqui há uma lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É decisivamente importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A palavra tem que vir habitar em nós (Colossenses 3:16), para ser implantada em nosso coração (Tiago 1:21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela palavra de Deus. Uma safra sempre depende da natureza da semente, não do tipo da pessoa que a plantou. Um pássaro pode plantar uma castanha: a árvore que nascer será um castanheiro, e não um pássaro. Isto significa que não é necessário tentar traçar uma linhagem ininterrupta de fiéis cristãos, recuando até o primeiro século. Há força e autoridade próprias da palavra para produzir cristãos como aqueles do tempo dos apóstolos. A palavra de Deus contém força vivificante. O que é necessário é homens e mulheres que permitam que a palavra cresça e produza frutos em suas vidas; pessoas com coragem para quebrar as tradições e os padrões religiosos em volta deles, para simplesmente seguir o ensinamento da Palavra de Deus. Hoje em dia, a palavra de Deus tem sido freqüentemente misturada com tanta tradição, doutrina e opinião que é quase irreconhecível. Mas se pusermos de lado todas as inovações dos homens e permitirmos que a palavra trabalhe, podemos tornar-nos fiéis discípulos de Cristo justamente como aqueles que seguiram Jeus quase 2000 anos atrás. A continuidade depende da semente. Os Solos É perturbador notar que a mesma semente foi plantada em cada tipo de solo, mas os resultados foram muito diferentes. A mesma palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias; mas os resultados serão determinados pelo coração daquele que ouve. Alguns são solo de beira de estrada, duro, impermeável. Eles não têm uma mente aberta e receptiva para permitir que a palavra de Deus os transforme. O evangelho nunca transformará corações como estes porque eles não lhe permitem entrar. As raízes das plantas, no solo pedregoso, nunca se aprofundam. Durante os tempos fáceis, os brotos podem parecer interessantes, mas abaixo da superfície do terreno, as raízes não estão se desenvolvendo. Como resultado, se vem uma pequena temporada seca ou um vento forte, a planta murcha e morre. Os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio de fé em Cristo e de estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície sobreviverão. Quando se permite que ervas daninhas cresçam junto com a semente pura, nenhum fruto pode ser produzido. As ervas disputam a água, a luz solar e os nutrientes e, como resultado, sufocam a boa planta. Existe uma grande tentação a permitir que interesses mundanos dominem tanto nossa vida que não nos resta energia para devotar ao crescimento do evangelho em nossas vidas.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

35 milagres atribuídos a Jesus nos Evangelhos. 1. Transformou água em vinho — João 2.1-11 2. Curou o filho dum funcionário público — João 4.46-54 3. Curou um paralítico no poço — João 5.1-9 4. Curou um cego de nascimento — João 9.1-41 5. Alimentou 5.000 pessoas com 5 pães e 2 peixes — João 6.5-13 6. Andou sobre as aguas— João 6.19-21 7. Ressuscitou Lázaro da morte — João 11.1-44 8. Pescou 153 grandes peixes sem se molhar! — João 21.1-11 9. Expulsou um homem dominado por demônio — Lucas 4.33-35 10. Curou a sogra de Pedro — Lucas 4.38-39 11. Pescou peixes que enchiam dois barcos — Lucas 5.1-11 12. Curou um leproso — Lucas 5.12-13 13. Curou um paralítico descido pelo telhado — Lucas 5.17-25 14. Curou o homem de mão aleijada — Lucas 6.6-10 15. Curou o empregado de um oficial romano — Lucas 7.1-10 16. Ressuscitou o filho da viúva — Lucas 7.11-15 17. Acalmou uma tempestade — Lucas 8.22-25 18. Curou o homem dominado por legião de demônios — Lucas 8.27-35 19. Curou a filha de Jairo — Lucas 8.41-56 20. Curou a mulher com hemorragia 21. Curou um menino endemoninhado — Lucas 9.38-43 22. Expulso um demônio de mudez — Lucas 11.14 23. Curou a moça torta de 18 anos — Lucas 13.11-13 24. Curou o homem com as pernas e braços inchados — Lucas 14.1-6 25. Curou 10 leprosos — Lucas 17.11-19 26. Curou um mendigo cego — Lucas 18.35-43 27. Previu a negação de Pedro — Lucas 22.31-34 28. Sarou a orelha cortada do empregado do Sumo Sacerdote — Lucas 22.50-51 29. Curou dois cegos — Mateus 9.27-31 30. Tirou uma moeda da boca dum peixe — Mateus 17.24-27 31. Curou a filha endemoninhada da mulher cananéia — Mateus 15.21-28 32. Alimentou 4.000 pessoas com 7 pães e alguns peixes — Mateus 15.32-38 33. Secou uma figueira infrutífera — Mateus 21.18-22 34. Curou um surdo-mudo — Marcos 7.31-37 35. Curou outro cego — Marcos 8.22-26

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Quem sao os que tem a mente de Cristo? Sua dúvida é sobre 1 Coríntios 2 e em particular o último versículo, que diz "nós temos a mente de Cristo". A dúvida surgiu depois que soube que há partes deste capítulo que são ditas dos apóstolos, e não dos cristãos de uma maneira geral, pois elas falam da inspiração verbal das escrituras. Talvez fique mais fácil entender se separarmos as diferentes partes por assunto. Dos versículos 9 a 12 é Deus revelando verdades desconhecidas aos homens pelo Espírito Santo. Pelo Espírito de Deus nós agora podemos conhecer estas coisas que chegam até nós pelo processo descrito no versículo 13. 1Co 2:9-12 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. O versículo 13 mostra que essa revelação foi verbal, isto é, palavra a palavra, aos apóstolos (e antes deles aos profetas do AT), portanto neste processo o crente comum não participou. 1Co 2:13 As quais [coisas que o olho não viu, nós apóstolos] também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as [palavras] que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Do versículo 14 ao 16 vemos que estas palavras não são apenas reveladas de forma sobrenatural por revelação direta, mas que só podem ser entendidas pelo poder sobrenatural do Espírito. Neste caso todo crente com o Espírito Santo pode se incluir nisto porque está falando de discernir a vontade de Deus e cada crente tem este poder. O que acontce é que nem sempre deixamos o Espírito agir neste discernimento e acabamos "discernindo" coisas pela razão, dogmas, cultura etc. 1Co 2:14-16 Ora, o homem natural não compreende [discerne] as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.
Quem sao os que tem a mente de Cristo? Sua dúvida é sobre 1 Coríntios 2 e em particular o último versículo, que diz "nós temos a mente de Cristo". A dúvida surgiu depois que soube que há partes deste capítulo que são ditas dos apóstolos, e não dos cristãos de uma maneira geral, pois elas falam da inspiração verbal das escrituras. Talvez fique mais fácil entender se separarmos as diferentes partes por assunto. Dos versículos 9 a 12 é Deus revelando verdades desconhecidas aos homens pelo Espírito Santo. Pelo Espírito de Deus nós agora podemos conhecer estas coisas que chegam até nós pelo processo descrito no versículo 13. 1Co 2:9-12 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. O versículo 13 mostra que essa revelação foi verbal, isto é, palavra a palavra, aos apóstolos (e antes deles aos profetas do AT), portanto neste processo o crente comum não participou. 1Co 2:13 As quais [coisas que o olho não viu, nós apóstolos] também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as [palavras] que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Do versículo 14 ao 16 vemos que estas palavras não são apenas reveladas de forma sobrenatural por revelação direta, mas que só podem ser entendidas pelo poder sobrenatural do Espírito. Neste caso todo crente com o Espírito Santo pode se incluir nisto porque está falando de discernir a vontade de Deus e cada crente tem este poder. O que acontce é que nem sempre deixamos o Espírito agir neste discernimento e acabamos "discernindo" coisas pela razão, dogmas, cultura etc. 1Co 2:14-16 Ora, o homem natural não compreende [discerne] as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.